quinta-feira, 30 de julho de 2026

ALGUMAS PERGUNTAS MUITO INGÉNUAS

 Preferem comer primeiro a torradinha do meio, ou deixá-la para o fim?

Excluindo as séries americanas de polícias e bandidos (e para efeitos dramáticos), quando alguém invade um gabinete, em busca de alguma coisa, terá vantagem em deixar tudo desarrumado?

Os arquitectos que desenharam a entrada estreita e em caracol para o parque de estacionamento do "Corte Inglês" já teriam ouvido falar de claustrofobia?

Segundo a "navalha de Okham", a explicação que economiza meios tende a ser a mais razoável. Qual parece ser a versão que barbeia melhor o episódio do gabinete vandalizado de Ventura? Que tenha sido um deputado que o odeia, por exemplo Isabel Moreira? Um segurança a expensas de Luís Neves? Ou alguém do próprio partido, numa encenação completamente idiota?

Será boa ideia ir à praia durante estas ondas de excessivo calor?

Como adivinharia, o pepetrador da vandalização do gabinete, que o conteúdo da 'pen' era precisamente o que lhe interessava? Tê-la-á ali mesmo experimentado num computador? E se sim, da mesma maneira que o escritório ficava aberto, o computador também dispensava uma palavra passe?

Por que razão continua a haver pessoas que me decepcionam e eu continuo a decepcionar pessoas?

Numa desarrumação sistemática de um gabinete, qual a probabilidade de um quadro de Nossa Senhora, protegido por um vidro, cair ao chão sem se partir - com um cucifixo, ou lá o que seja, cuidadosamente pousado por cima?

O 'Frize limão' é artificialmente gaseificado?

Alguém acredita na história da invasão do gabinete?


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